Não, não. Não estou falando de revelar fotografias. Não estou me referindo a uma grande promoção de revelações de filmes. Tampouco estou determinando o tempo de uma revelação.
O negócio é o seguinte: Quero revelar a mim mesma. É isso mesmo, me revelar! Até mesmo me “descortinar”. (Acho bem legal essa palavra).
Sim, é exatamente o que desejo. E porque não? Sou dona de minhas faculdades mentais. Mesmo que alguns possam duvidar disso. Além de dona, sou também bastante senil. Tenho razão e emoção. Embora nem sempre as duas caminhem juntas. (Na verdade quase nunca).
Bem, se vou me revelar é melhor começar logo e não ficar nesta embromação.
Primeiro tempo:
Sou uma mulher de quarenta anos. E muito feliz!
O engraçado é que quando estava próxima dos quarenta, fiquei verdadeiramente desesperada. Porém, o tempo, senhor de imensa sabedoria, me mostrou que não tem nada a ver. Quarenta não é o fim do mundo. (Ou melhor, dos tempos). Sinceramente é o início de uma fase brilhante. Para mim, pelo menos. Foi exatamente nesta fase que comecei a me apaixonar de verdade. (E por mim. É claro.) Nem imaginava que poderia ser uma pessoa tão maravilhosa. E muito modesta, diga-se de passagem.
Segundo tempo:
É imprescindível dizer que sou muito moderna. Moderna no sentido intelectual. Não que eu seja um poço de inteligência, mas sou bastante atual e consigo enxergar a vida com clareza. Não tenho medos inexplicáveis. Não sou insegura como uma adolescente. Aliás, nunca fui. Sou mesmo é bem resolvida.
Amo minha vida e a mim mesma. (Deu pra perceber, né?)
Mas nada disso é relevante. Eu queria mesmo era usar a palavra “descortinada”.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Recôndto.
Sou uma pessoa completamente seduzida pela música. As vezes, quando estou lendo, escrevendo, conversando, falando ao telefone, ou qualquer outra coisa, se começa a tocar uma música de que gosto, pronto, lá vou eu viajar nos acordes e letras desta preciosidade.
Viajo sim... E muito. É só uma questão de entrega. Me sinto embalada, afagada e tocada por mãos invisíveis.
Os sentidos aguçados são muitos, a audição principalmente, a visão cuja música me leva a lugares onde nunca estive e outros já tão visitados.
Acredito que todos temos uma trilha sonora. E com certeza a minha é muito longa e variada. Cada música tem um poder supremo sobre mim. Fico sintonizada, ligada e extasiada nela. Me esqueçam por favor, pelo menos enquanto dure.
Agora mesmo, neste exato momento em que escrevo este texto, tenho que dar uma breve pausa para saborear este néctar. Dou até umas balançadas de acordo com o acorde.
Graças a Deus existe música. Graças aos céus posso ouvir. Quem seria eu, ou como seria minha vida, sem este presente? Talvez uma vaga idéia de poesia musicada.
A questão é que para mim, a música é um recôndito. Um lugar secreto e particular. Um refúgio de calmaria e prazer. Um lugar onde posso ser livre, leve e solta. Uma praia única e singular. A minha praia!
Viajo sim... E muito. É só uma questão de entrega. Me sinto embalada, afagada e tocada por mãos invisíveis.
Os sentidos aguçados são muitos, a audição principalmente, a visão cuja música me leva a lugares onde nunca estive e outros já tão visitados.
Acredito que todos temos uma trilha sonora. E com certeza a minha é muito longa e variada. Cada música tem um poder supremo sobre mim. Fico sintonizada, ligada e extasiada nela. Me esqueçam por favor, pelo menos enquanto dure.
Agora mesmo, neste exato momento em que escrevo este texto, tenho que dar uma breve pausa para saborear este néctar. Dou até umas balançadas de acordo com o acorde.
Graças a Deus existe música. Graças aos céus posso ouvir. Quem seria eu, ou como seria minha vida, sem este presente? Talvez uma vaga idéia de poesia musicada.
A questão é que para mim, a música é um recôndito. Um lugar secreto e particular. Um refúgio de calmaria e prazer. Um lugar onde posso ser livre, leve e solta. Uma praia única e singular. A minha praia!
Falando Sério...
Fico imaginando o motivo pelo qual nós mulheres não podemos ser nós mesmas. Isso me deixa louca da vida.
Qual é o problema de dizer o que penso? Principalmente para os homens.
Não tolero ser uma pessoa fingida. Em outras palavras: Se quero sair com alguém, porque tenho que fingir que não quero, e esperar que ele tome a iniciativa?
Porque simplesmente não posso dizer que quero transar com ele? Qual é o pecado nisso?
Aliás, pecado é passar vontade. É mentir e fingir. É se contrariar só porque não é certo que a proposta venha primeiro da mulher.
E quem disse que não é certo?
Meu Deus, quanta hipocrisia neste mundo pseudo-feminista.
Vejam bem, temos que agüentar a dor do parto, e caladas de preferência (afinal, dar à luz é uma obra divina).
Menstruamos, sentimos cólicas e a bendita TPM, mas temos que tomar um remédio e calar nossas bocas (é claro, não devemos encher o saco dos homens com assuntos de mulher).
A maior responsabilidade na educação dos filhos é nossa (nada mais justo, nós é colocamos eles no mundo).
Temos que nos manter enxutas, dispostas e sexualmente ativas (claro, não temos nada para fazer o dia inteiro).
Em fim, os tempos mudaram mas as regras nem tanto. Ainda vivemos num mundo machista (na pior das formas). Sofremos as mesmas discriminações de vinte anos atrás (acreditem, é só testar). E ainda somos rotuladas de “oferecidas”, “vagabundas” e “fáceis”, se dissermos que estamos a fim de alguém (para esse alguém!).
Se somos independentes, seja financeira ou emocionalmente, levamos a fama de “mulher-macho”!!!
E o pior é que todas estas formas de machismo vem também das próprias mulheres.
Me pergunto: Quando é que as mulheres vão entender que direitos iguais não é se transformar em homem. Ou seja, ninguém quer tomar o lugar, que é de direito, dos homens, nem ter a mesma força física e possuir características masculinas.
Posso falar por mim apenas (me considero uma mulher moderna). O que quero é poder fazer o que desejo sem correr o risco de ser apedrejada logo ali na esquina!
Qual é o problema de dizer o que penso? Principalmente para os homens.
Não tolero ser uma pessoa fingida. Em outras palavras: Se quero sair com alguém, porque tenho que fingir que não quero, e esperar que ele tome a iniciativa?
Porque simplesmente não posso dizer que quero transar com ele? Qual é o pecado nisso?
Aliás, pecado é passar vontade. É mentir e fingir. É se contrariar só porque não é certo que a proposta venha primeiro da mulher.
E quem disse que não é certo?
Meu Deus, quanta hipocrisia neste mundo pseudo-feminista.
Vejam bem, temos que agüentar a dor do parto, e caladas de preferência (afinal, dar à luz é uma obra divina).
Menstruamos, sentimos cólicas e a bendita TPM, mas temos que tomar um remédio e calar nossas bocas (é claro, não devemos encher o saco dos homens com assuntos de mulher).
A maior responsabilidade na educação dos filhos é nossa (nada mais justo, nós é colocamos eles no mundo).
Temos que nos manter enxutas, dispostas e sexualmente ativas (claro, não temos nada para fazer o dia inteiro).
Em fim, os tempos mudaram mas as regras nem tanto. Ainda vivemos num mundo machista (na pior das formas). Sofremos as mesmas discriminações de vinte anos atrás (acreditem, é só testar). E ainda somos rotuladas de “oferecidas”, “vagabundas” e “fáceis”, se dissermos que estamos a fim de alguém (para esse alguém!).
Se somos independentes, seja financeira ou emocionalmente, levamos a fama de “mulher-macho”!!!
E o pior é que todas estas formas de machismo vem também das próprias mulheres.
Me pergunto: Quando é que as mulheres vão entender que direitos iguais não é se transformar em homem. Ou seja, ninguém quer tomar o lugar, que é de direito, dos homens, nem ter a mesma força física e possuir características masculinas.
Posso falar por mim apenas (me considero uma mulher moderna). O que quero é poder fazer o que desejo sem correr o risco de ser apedrejada logo ali na esquina!
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Pequenos prazeres.
Um dia, numa bela manhã você se levanta e abre a janela de seu quarto. O Sol invade todo o ambiente com sua luminosidade e agradável calor. Você abre os braços recebendo com prazer aquele presente. Sente os raios fracos da manhã aquecendo lentamente seu corpo. Quase sem perceber, já está sorrindo. Uma alegria instantânea se instala em seu coração e a vida lhe parece cheia de possibilidades.
Você pensa que a felicidade está chegando. Sente que o dia vai ser maravilhoso. Acredita que o mundo é um bom lugar para se viver. Tem certeza de que as pessoas não estão contra você, mas a seu favor. Tudo que imagina conspira para sua felicidade.
Neste dia, um dia qualquer, você é feliz!
A verdade é que não importa o dia seguinte. Não interessa como será o amanhã. O melhor dia é o de hoje.
Por um motivo muito simples:
A felicidade é efêmera e volátil.
É um momento apenas.
Pode vir e ir num instante. Num dia.
Mas é ela que nos faz sentir que estamos vivos. É ela que esperamos ansiosos por muitos dias.
E é ela que devemos reverenciar.
Pois é nos pequenos prazeres que ela é encontrada.
Se não dermos importância às pequenas coisas que nos dão prazer, poderemos deixar que a felicidade passe despercebida por nossas vidas.
Você pensa que a felicidade está chegando. Sente que o dia vai ser maravilhoso. Acredita que o mundo é um bom lugar para se viver. Tem certeza de que as pessoas não estão contra você, mas a seu favor. Tudo que imagina conspira para sua felicidade.
Neste dia, um dia qualquer, você é feliz!
A verdade é que não importa o dia seguinte. Não interessa como será o amanhã. O melhor dia é o de hoje.
Por um motivo muito simples:
A felicidade é efêmera e volátil.
É um momento apenas.
Pode vir e ir num instante. Num dia.
Mas é ela que nos faz sentir que estamos vivos. É ela que esperamos ansiosos por muitos dias.
E é ela que devemos reverenciar.
Pois é nos pequenos prazeres que ela é encontrada.
Se não dermos importância às pequenas coisas que nos dão prazer, poderemos deixar que a felicidade passe despercebida por nossas vidas.
terça-feira, 11 de março de 2008
Meu sentido
Não tenho muito a oferecer, somente o que sei.
Não tenho bagagem, não tenho dinheiro, nem tenho passado. Tenho apenas a mim...
Não tenho histórias, nem alegres e nem tristes, para contar. Deixei tudo para trás.
Meu palácio foi trancado e esquecido, e lá ficaram minhas riquezas e lembranças.
Não carrego mais nada, pois nada mais me serve agora. Sigo em frente, de cabeça erguida, olhos bem abertos e passos firmes. Levo comigo só minha vontade, minha fé e minha força.
Não ofereço perigo algum, tampouco tenho medo e arrependimentos. Abandonei minhas incertezas, minhas inseguranças e minhas culpas.
Agora, viajo sozinha, vivendo um dia de cada vez, não desperdiçando nenhum minuto, pois o tempo é um presente valioso.
Não sei quem fui e nem mesmo quem serei, sei apenas quem sou agora.
Deixo o vento me levar e minha intuição me guiar.
Sei que nada é eterno e que tudo é passageiro.
Meu maior sentido é deixar a vida fluir em mim, por mim e através de mim...
Não tenho bagagem, não tenho dinheiro, nem tenho passado. Tenho apenas a mim...
Não tenho histórias, nem alegres e nem tristes, para contar. Deixei tudo para trás.
Meu palácio foi trancado e esquecido, e lá ficaram minhas riquezas e lembranças.
Não carrego mais nada, pois nada mais me serve agora. Sigo em frente, de cabeça erguida, olhos bem abertos e passos firmes. Levo comigo só minha vontade, minha fé e minha força.
Não ofereço perigo algum, tampouco tenho medo e arrependimentos. Abandonei minhas incertezas, minhas inseguranças e minhas culpas.
Agora, viajo sozinha, vivendo um dia de cada vez, não desperdiçando nenhum minuto, pois o tempo é um presente valioso.
Não sei quem fui e nem mesmo quem serei, sei apenas quem sou agora.
Deixo o vento me levar e minha intuição me guiar.
Sei que nada é eterno e que tudo é passageiro.
Meu maior sentido é deixar a vida fluir em mim, por mim e através de mim...
sábado, 1 de março de 2008
Comentário sobre a carta do Cacique Seattle.
Dias atrás, recebi uma mensagem com a já conhecida Carta do Cacique Seattle. A carta que foi enviada ao então presidente dos Estados Unidos, no ano de 1855.
Fiquei surpresa, apesar de conhecer o conteúdo do documento há algum tempo, pois havia me esquecido de parte das palavras lá escritas. Minha surpresa deu-se por conta do tempo, passou-se um século e mais algumas décadas. Para ser mais exata foi um século, cinco décadas e três anos. Muito tempo mesmo!
Contudo, suas palavras são tão atuais, como se tivessem sido escritas há um mês atrás.
Sim, seu conteúdo é atualíssimo. Vivemos nos dias de hoje, presenciando os acontecimentos previstos pelo Cacique naquela época. A terra, que nos dá tanto, está sendo negligenciada por nós. Pior ainda, estamos abusando de seus recursos. Extraímos o que precisamos e o que não necessitamos, desperdiçando tudo o que é valioso para nós e para o futuro do planeta.
Eu me pergunto: Como uma pessoa que viveu há mais de um século atrás, teve a exata visão do futuro traçado por nós, homens civilizados?
Ele, o Cacique, foi um visionário, para não dizer um profundo conhecedor do ser humano. Um homem que sequer conhecia a fundo nossos hábitos. Porém, que os analisou com infinita sabedoria. Alguém que já sabia que o mesmo Deus que amavam, era o mesmo Deus de todos os homens.
Durante todos estes anos vimos as guerras provocadas por nós, destruindo grande parte de nossa terra e matando nossos irmãos. Guerras por poder, por posse de um pedaço de terra e por uma disputa insana entre homens que acreditavam que seu Deus era melhor que o Deus dos outros. Mas não reverenciamos o mesmo Deus? O que não enxergamos é o fato de que esse Deus, seja o nome que dermos à Ele, é o mesmo e o único. Não importa Seu nome, mas sim o que Ele significa. Ele é o amor entre os seres vivos, entre a terra e o homem, entre o homem e seu semelhante.
Infelizmente o Cacique estava certo. Hoje a terra sofre e fede em conseqüência do que fizemos a ela. Seus recursos, antes abundantes, estão se extinguindo. O ar está cada vez mais poluído. As águas, de tão sujas, não matam mais nossa sede.
Ouso dizer, que chegará o dia em que choraremos e sofreremos por todo o abuso e toda a inconseqüência com que tratamos nossa “amada terra”. Mas nosso sofrimento e lágrimas, de nada adiantarão. Será tarde demais para nós!
Fiquei surpresa, apesar de conhecer o conteúdo do documento há algum tempo, pois havia me esquecido de parte das palavras lá escritas. Minha surpresa deu-se por conta do tempo, passou-se um século e mais algumas décadas. Para ser mais exata foi um século, cinco décadas e três anos. Muito tempo mesmo!
Contudo, suas palavras são tão atuais, como se tivessem sido escritas há um mês atrás.
Sim, seu conteúdo é atualíssimo. Vivemos nos dias de hoje, presenciando os acontecimentos previstos pelo Cacique naquela época. A terra, que nos dá tanto, está sendo negligenciada por nós. Pior ainda, estamos abusando de seus recursos. Extraímos o que precisamos e o que não necessitamos, desperdiçando tudo o que é valioso para nós e para o futuro do planeta.
Eu me pergunto: Como uma pessoa que viveu há mais de um século atrás, teve a exata visão do futuro traçado por nós, homens civilizados?
Ele, o Cacique, foi um visionário, para não dizer um profundo conhecedor do ser humano. Um homem que sequer conhecia a fundo nossos hábitos. Porém, que os analisou com infinita sabedoria. Alguém que já sabia que o mesmo Deus que amavam, era o mesmo Deus de todos os homens.
Durante todos estes anos vimos as guerras provocadas por nós, destruindo grande parte de nossa terra e matando nossos irmãos. Guerras por poder, por posse de um pedaço de terra e por uma disputa insana entre homens que acreditavam que seu Deus era melhor que o Deus dos outros. Mas não reverenciamos o mesmo Deus? O que não enxergamos é o fato de que esse Deus, seja o nome que dermos à Ele, é o mesmo e o único. Não importa Seu nome, mas sim o que Ele significa. Ele é o amor entre os seres vivos, entre a terra e o homem, entre o homem e seu semelhante.
Infelizmente o Cacique estava certo. Hoje a terra sofre e fede em conseqüência do que fizemos a ela. Seus recursos, antes abundantes, estão se extinguindo. O ar está cada vez mais poluído. As águas, de tão sujas, não matam mais nossa sede.
Ouso dizer, que chegará o dia em que choraremos e sofreremos por todo o abuso e toda a inconseqüência com que tratamos nossa “amada terra”. Mas nosso sofrimento e lágrimas, de nada adiantarão. Será tarde demais para nós!
sábado, 2 de fevereiro de 2008
As portas da percepção
Tenho uma amiga que diz que se sente “presa num closet”, metaforicamente é claro. E nos últimos tempos, não tanto tempo assim, conseguiu sair de seu “closet prisão”, enfim abriu as portas e descobriu um mundo novo. Ah... e está muito feliz!
Fiquei extremamente contente por ela, e mais legal ainda, é que escreveu uma despedida para sua prisão.
Como sou de pensar muito (fazer o que? ), me pergunto quantas pessoas, incluindo eu mesma, estão presas em seus closets, armários, baús, etc... só esperando que as portas se abram.
Então, escrevi para minha amiga, recém liberta, que as portas normalmente estão apenas encostadas, mas procuramos desesperadamente uma forma mágica de abri-las. E no final das contas, era só empurrá-las!
Entretanto, não existe manual de instruções, não sabemos “como fazer”, a não ser se tentarmos, seja de qual forma for, respeitando sempre nosso próprio tempo, pois muitas vezes, as portas podem estar escancaradas, mas não nos sentimos bastante seguros para sair....
Fiquei extremamente contente por ela, e mais legal ainda, é que escreveu uma despedida para sua prisão.
Como sou de pensar muito (fazer o que? ), me pergunto quantas pessoas, incluindo eu mesma, estão presas em seus closets, armários, baús, etc... só esperando que as portas se abram.
Então, escrevi para minha amiga, recém liberta, que as portas normalmente estão apenas encostadas, mas procuramos desesperadamente uma forma mágica de abri-las. E no final das contas, era só empurrá-las!
Entretanto, não existe manual de instruções, não sabemos “como fazer”, a não ser se tentarmos, seja de qual forma for, respeitando sempre nosso próprio tempo, pois muitas vezes, as portas podem estar escancaradas, mas não nos sentimos bastante seguros para sair....
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