sexta-feira, 18 de julho de 2008

Estou aqui...

Pode procurar. Entre milhões de rostos, caras sem sentido, feições parecidas, sorrisos semelhantes, vozes tão afinadas quanto a minha, e talvez, gargalhadas similares.
Mais nada do que precisa, nada mesmo, será igual ao que posso te dar.
Procure em todos os cantos, todos os bares, todos os botecos. Não vai achar o que procura.
Pois, eu estou exatamente aqui!
Estou onde você não procura. Perto demais. Longe dos outros.
Eu vivo no óbvio! No lugar comum, na próxima esquina, no próximo olhar!
Eu estou aqui! A te esperar!
Não perca tempo. Não perca o rumo, nem mesmo a sensação de que estou perto. Bem próxima a você.
Estou facilmente localizada, neste emaranhado de ruas e avenidas, e tão reluzente. Só pra você!
Preste atenção!
Sou única. Sou sua!
Sou o seu reflexo. Sou o seu querer.
Sou seu desejo mais profundo. Pois, sou o que você sempre procurou!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Viagem

Tenho permissão para voar,
Posso voar dentro dos limites impostos por mim.
Meus limites são vastos,
Tão grandes quanto as planícies que enfeitam este imenso planeta.
É fácil se perder no mundo,
É fácil se encantar com a paisagem,
Difícil é voltar.
Não posso voltar.
Não quero voltar.
Vou viajar, planar e dar vôos rasantes.
Quero, daqui pra frente,
Ver o mundo de outra perspectiva.

Caçador de Mim (Milton Nascimento)

Por tanto amor, por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz, manso ou feroz
Eu, caçador de mim
Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar longe do meu lugar
Eu, caçador de mim
Nada a temer
Senão o correr da luta
Nada a fazer
Senão esquecer o medo
Abrir o peito à força
Numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura
Longe se vai sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim
Nada a temer
Senão o correr da luta
Nada a fazer
Senão esquecer o medo
Abrir o peito à força
Numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura
Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Tenho Sede (Gilberto Gil)

Traga-me um copo d'água, tenho sede
E essa sede pode me matar
Minha garganta pede um pouco d'água
E os meus olhos pedem teu olhar

A planta pede chuva quando quer brotar
O céu logo escurece quando vai chover
Meu coração só pede o teu amor
Se não me deres posso até morrer

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Reciclagem... Faça sua parte.

Ontem, 05/06, foi o Dia do Meio Ambiente. Muitos não se importaram, ou mesmo nem souberam. Porém, não podemos esquecer que dependemos de nosso planeta.
Vivemos num mundo caótico, assustador, violento e poluído. E disso sabemos.
Mas é muito simples mudarmos esta situação. Se cada um fizer sua parte, mesmo que pequena, estaremos contribuindo para melhorar o nosso mundo.
E mais importante ainda, estaremos contribuindo para um futuro melhor para nossos próprios filhos.
Aí vai um link para informações sobre reciclagem:

www.copam.com.br

Vamos lá.... ajude seu planeta.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Simplicidade

Gosto de sentir a brisa morna do final da tarde, quando o Sol já está se pondo e seus raios iluminam o horizonte com mechas avermelhadas.
Gosto do cheiro da terra molhada, quando num dia muito quente, a chuva começa a cair em grossas gotas e espalha pelo ar o inebriante perfume.
Gosto da aparência das flores, que salpicadas de orvalho, se abrem para mais uma manhã gloriosa de primavera.
Gosto do amanhecer singelo e tímido, quando o Sol ainda fraco e encoberto pela névoa, luta bravamente para se impor e clarear o dia.
Gosto do frio da manhã que enche meu pulmão de ar fresco e limpo, quando as árvores despertam e balançam seus galhos para saudar um novo dia.
Gosto do cheiro de café fresquinho, que lá da cozinha anuncia o começo de mais um dia de trabalho honesto.
Gosto da textura da manteiga fresca, que tirada da geladeira, começa a suar com o calor aconchegante da cozinha.
Gosto do gosto do café na caneca de ágata, do gosto do pão caseiro ainda quentinho, do sabor do queijo fresco com mel e todas as coisas que fazem parte desta vida simples.
Gosto deste aconchego, desta simplicidade sem preço.